segunda-feira, 16 de julho de 2012

Acidentes Espaco Confinado 2010

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Palestra Sinduscon Espaço Confinado

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FISPQ HEXANO Gafor

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AGENTES AMBIENTAIS

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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Gas Natural Petrobras - Exemplo de FISPQ

Gas Natural Petrobras - Exemplo de FISPQ

O que é FISPQ (Ficha de Segurança de Produtos Químicos)


O que é?
A sigla FISPQ significa Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos, é um documento normalizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) conforme NBR 14725-4.

Produtos químicos
Em nosso ambiente cotidiano seja em casa ou no trabalho, sempre temos algum tipo de contato com produtos químicos. Eles estão lá para nos auxiliar, no entanto, alguns são altamente prejudiciais. Quem não se lembra do barulho que tivemos no Brasil a algum tempo atrás por causa do formou que estava sendo usado nos cabelos principalmente das mulheres?
Como no caso do formol, muitas vezes lidamos com produtos químicos de forma inadequada, e a FISPQ vem exatamente para nos avisar dos riscos, medidas de proteção e cuidado que devem ser adotados no manuseio e transporte desse tipo de produto.

Para que serve?
A FISPQ é um documento para comunicação dos perigos relacionados aos produtos químicos.
E deve ser recebido pelos empregadores que utilizem, movimentem ou transportem produtos químicos, é um documento obrigatório para a comercialização destes produtos. 
A FISPQ é o meio de o fornecedor divulgar informações importantes sobre os perigos dos produtos químicos que fabrica e comercializa.

Como é formada?
O documento é dividido por seções, no total são 16, e contemplam informações sobre vários aspectos do produto, mistura, composição, aspectos de proteção, segurança, saúde e meio ambiente, para esses aspectos, a FISPQ fornece informações detalhadas sobre os produtos e também sobre ações de emergência a serem adotadas em caso de acidente.

Para facilitar o conhecimento sobre esse documento, coloquei os itens separados em 16 seções nas quais estão descritos cada tópico com sua referida utilidade e usualidade.

Os capítulos da FISPQ:

1 Identificação do produto e da empresa
Esta seção informa o nome comercial do produto conforme utilizado no rótulo de produto químico, o nome da empresa fabricante com telefone e endereço.

2 Identificação de perigos
Esta seção apresenta de forma clara e brevemente os perigos mais importantes e efeitos do produto (efeitos adversos à saúde humana, efeitos ambientais, perigos físicos e químicos) e, quando apropriado, perigos específicos. É como se fosse uma visão geral sobre emergência.

3 Composição e informações sobre os ingredientes
Esta seção informa se o produto químico é uma substância ou uma mistura.

- No caso de ser uma substância, o nome químico ou comum será informado.

- No caso de ser uma mistura, a natureza química do produto será informada.

4 Medidas de primeiros-socorros
Nesta seção será informar as medidas de primeiros-socorros a serem tomadas  de forma detalhada, e também indicação de quais as ações devem ser evitadas.
segurança, produtos, químicos, ficha, saúde, trabalho
5 Medidas de combate a incêndio
Esta seção informa quais são os meios de extinção apropriados e os que não são recomendados.

6 Medidas de controle para derramamento ou vazamento
Essa sessão contém as informações relativas:

- As instruções específicas de precauções pessoais;

- Procedimentos a serem adotados em relação à proteção ao meio ambiente;

- Procedimentos de emergência e acionamento de alarmes;

- Métodos de limpeza, coleta, neutralização e descontaminação do ambiente ou meio ambiente.

7 Manuseio e armazenamento
Procedimentos de segurança no manuseio e armazenamento. Deve contemplar as ações de segurança, prevendo também ações em caso de contado acidental com o produto.

8 Controle de exposição e proteção individual
São indicados parâmetros de controle para sustâncias e ingredientes, limites de tolerância, e/ou indicadores biológicos ou outros limites.

9 Propriedades físicas e químicas
Essa sessão inclui informação detalhada sobre o produto químico, incluindo sua aparência e cor.

10 Estabilidade e reatividade
Esta seção indica:

a) estabilidade química:
Indica se a substância ou mistura é estável ou instável em condições normais de temperatura e pressão.

b) reatividade:
Descreve os perigos de reatividade da substância ou mistura nesta seção.

c) possibilidade de reações perigosas:
Estabelece se a substância ou mistura reage ou polimeriza, liberando excesso de pressão ou calor, ou gerando outras condições perigosas.

d) condições a serem evitadas:
Lista as condições a serem evitadas, tais como: temperatura, pressão, choque/impacto/atrito, luz, descarga estática, vibrações, envelhecimento, umidade e outras condições que podem resultar em uma situação de perigo;

e) materiais incompatíveis:
Lista as classes de substâncias ou as substâncias específicas com as quais a substância ou mistura pode reagir para uma situação de perigo (por exemplo, explosão, liberação de materiais tóxicos ou inflamáveis, liberação de calor excessivo);

f) produtos perigosos da decomposição:
lista os produtos perigosos da decomposição conhecidos, resultantes do manuseio, armazenagem e aquecimento;

11 Informações toxicológicas
Essa seção é utilizada principalmente por médicos, toxicologistas e profissionais da área de segurança do trabalho. É fornecida uma descrição concisa, completa, e compreensível dos vários efeitos
Toxicológicos no corpo humano, bem como os dados disponíveis para identificar esses efeitos.

12 Informações ecológicas
Fornecer informações para avaliar o impacto ambiental da substância ou mistura quando liberada ao meio ambiente. 
Essas informações visam auxiliar em casos de vazamentos/derramamentos, bem como nas práticas de tratamento de resíduos.

13 Considerações sobre tratamento e disposição
Esta seção informa sobre os métodos recomendados para tratamento e disposição segura dos produtos, e esses devem ser ambientalmente aprovados.

14 Informações sobre transporte
Contem informações sobre códigos e classificações de acordo com regulamentações nacionais e internacionais para transporte dos produtos.

15 Regulamentações
Contém informações sobre as regulamentações especificamente aplicáveis ao produto químico.

16 Outras informações
Esta seção fornece qualquer outra informação que possa ser importante do ponto de vista da segurança, saúde e meio ambiente, mas não especificamente pertinente às seções anteriores. Por exemplo, necessidades especiais de treinamento, o uso recomendado e possíveis restrições ao produto químico podem ser indicados.

COMO FAZER SEU PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO - PCA

COMO CRIAR SEU PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO PCA
1) Primeiro conhecer a situação.
2) Controlar a correta realização das medições
 3) Elaborar alternativas para reduzir a exposição
4) Modelos de solicitação de informação para a empresa
 5) Controlar e negociar a aplicação de medidas preventivas
6) Modelo de solicitação dos resultados das medições do ruído
7) Modelo de solicitação dos resultados da audiometria
 1) O primeiro é conhecer a situação. Como norma geral, sempre que não se pode conversar normalmente a ½ metro de distância, deve-se suspeitar de que o nível de ruído é maior do que 80 dB(A), e portanto deve ser avaliado. Para conhecer a situação, solicitar da empresa que faça as medições ambientais, ou que apresente os resultados. Conhecer as atividades que expõem trabalhadores a: · Níveis menores do que 80 dB(A) - 8 horas. · Níveis entre 80 e 85 dB(A) - 8 horas. · Níveis entre 85 e 90 dB(A) - 8 horas. · Níveis superiores a 90 dB(A) - 8 horas. (2) Controlar a correta realização das medições A. Que se realizem sempre na presença de um representante dos trabalhadores. B. Verificar com calibrador manual a calibração do aparelho de medição antes e depois da mesma, tomando nota do resultado. C. Assegurar de que no momento da medição as condições de trabalho em relação a exposição ao ruído são as habituais. D. Comprovar que se medem todos os postos de trabalho nos lugares onde habitualmente se colocam os trabalhadores, e na altura de seu ouvido. E. Utilizar dosímetros do ruído e calibrador para avaliar postos de trabalho que impliquem em mobilidade do trabalhador, ou avaliar exposição de funções que expõem o trabalhador a diferentes níveis de exposição. F. Avaliar a exposição real de cada função/trabalhador, e não só o nível de ruído de cada máquina. G. Realizar dosimetria representativa da atividade em pelo menos 40% a 50% do tempo da atividade. Realizar duas amostragens se ruído maior que 75 dB(A) ou se o trabalhador é remanejado constantemente entre postos de trabalho. 3) Elaborar alternativas para reduzir a exposição. A. Analisar informações procedentes da Empresa, sobre os estudos e programas de prevenção. B. Analisar os estudos e planos (cronogramas) de redução dos níveis de exposição a um máximo de 85 dB(A) - 8 horas. C. Conhecer as ações realizadas pela empresa para diminuir os limites de exposição ao ruído, verificando medições antes e depois destas ações, e registros fotográficos e documentais. D. Conhecer a justificativas técnicas de que não foi possível reduzir os níveis de ruído por outro meio, e que portanto se devem utilizar EPIs auditivos. (4) Modelo de solicitação dos resultados da audiometria A. Conhecer os resultados globais dos testes audiométricos com as seguintes informações: B. Resultado (numérico e percentual) dos trabalhadores afetados ou não, segundo os níveis de exposição: Entre 80 e 85 dB(A) - 8 horas. Entre 85 e 90 dB(A) - 8 horas. Superiores a 90 dB(A) - 8 horas. C. Resultado (numérico e percentual) dos trabalhadores com audição estável, com desencadeamento e/ou agravamento da perda, segundo os níveis de exposição: Entre 80 e 85 dB(A) - 8 horas. Entre 85 e 90 dB(A) - 8 horas. Superiores a 90 dB(A) - 8 horas. D. Resultado (numérico e percentual) dos trabalhadores afetados ou não, segundo as funções que desempenham. E. Resultado (numérico e percentual) dos trabalhadores com audição estável, com desencadeamento e/ou agravamento da perda, segundo as funções que desempenham. F. Resultado (numérico e percentual) dos trabalhadores afetados ou não, segundo o tempo de trabalho. G. Resultado (numérico e percentual) dos trabalhadores com audição estável, com desencadeamento e/ou agravamento da perda, segundo o tempo de trabalho. (5) Controlar e negociar a aplicação de medidas preventivas. A. Detecção precoce dos primeiros sinais de lesão auditiva, e análise de cada caso para estabelecer internamente eventual nexo causal. B. Remanejar para áreas onde a exposição ao ruído seja menor do que 80 dB(A) para trabalhadoras grávidas, no ultimo trimestre de gestação. Você poderá gostar igualmente de...

ELABORAÇÃO DO PCMSO

ELABORAÇÃO DO PCMSO

o que é ASO


A sigla ASO significa Atestado de Saúde Ocupacional. O ASO é o atestado que define se o funcionário está apto ou inapto para a realização de suas funções dentro do local de trabalho.


O ASO é regulamentado pela NR 7 deve ser emitido no exame admissional, no exames periódicos, mudança de função, retorno ao trabalho, e no demissional. 
Para cada exame realizado, o médico emitirá em duas vias o ASO. A primeira via ficará arquivada no local de trabalho inclusive frente de trabalho ou canteiro de obras à disposição da fiscalização do trabalho. A segunda via será obrigatoriamente entregue ao trabalhador mediante recibo na primeira via.

ASO, PCMSOEsse exame é muito importante, nele contém a identificação do trabalhador (RG), os riscos aos quais ele estará exposto, e os procedimentos médicos que ele foi submetido. Ou seja, a empresa estará ciente da condição de saúde do trabalhador.

Veja o texto da NR 7
NR 7.4.4. Para cada exame médico realizado, previsto no item NR 7.4.1, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, em 2 (duas) vias. *(C=107.075-4/I=2)

NR 7.4.4.1. A primeira via do ASO ficará arquivada no local de trabalho do trabalhador, inclusive frente de trabalho ou canteiro de obras, à disposição da fiscalização do trabalho. *(C=107.076-2/I=2)

NR 7.4.4.2. A segunda via do ASO será obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo na primeira via. *(C=107.077-0/I=1)


Os exames do ASO devem constar no PCMSO segundo NR 7 no item 7.4.4.1.

MR 7.4.4.3. O ASO deverá conter no mínimo: *(C=107.078-9/I=2)

a) nome completo do trabalhador, o número de registro de sua identidade e sua função; 


b) os riscos ocupacionais específicos existentes, ou a ausência deles, na atividade do empregado, conforme instruções técnicas expedidas pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho-SSST; 


c) indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador, incluindo os exames complementares e a data em que foram realizados; 


d) o nome do médico coordenador, quando houver, com respectivo CRM; 


e) definição de apto ou inapto para a função específica que o trabalhador vai exercer, exerce ou exerceu;


f) nome do médico encarregado do exame e endereço ou forma de contato; 


g) data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número de inscrição no Conselho Regional de Medicina. 


Veja: Modelo de ASO - download


Exame médico admisional

O exame médico admissional, deverá ser realizado antes que o trabalhador assuma suas atividades;
Exame médico periódico
O exame médico periódico deve obedecer aos intervalos mínimos de tempo abaixo discriminados de acordo com a NR 7:
Para trabalhadores expostos a riscos ou a situações de trabalho que impliquem o desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional, ou, ainda, para aqueles que sejam portadores de doenças crônicas, os exames deverão ser repetidos:
- A cada ano ou a intervalos menores, a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou, ainda, como resultado de negociação coletiva de trabalho;
- De acordo com à periodicidade especificada no Anexo n.º 6 da NR 15, para os trabalhadores expostos a condições hiperbáricas;
- Anual, quando menores de 18 (dezoito) anos e maiores de 45 (quarenta e cinco) anos de idade;
- A cada dois anos, para os trabalhadores entre 18 (dezoito) anos e 45 (quarenta e cinco) anos de idade.
Exame médico de retorno ao trabalho
O exame médico de retorno ao trabalho, deverá ser realizado obrigatoriamente no primeiro dia da volta ao trabalho de trabalhador ausente por período igual ou superior a 30 (trinta) dias por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto.
Importante: Nesse item não se inclui o período de férias, seja ela de quantos dias for.
Exame médico para mudança de função
No exame médico de mudança de função, será obrigatoriamente realizada antes que o trabalhador mude efetivamente de função.

O que é entendido por mudança de função?
A NR 7 entende por mudança de função toda e qualquer alteração de atividade, posto de trabalho ou de setor que implique a exposição do trabalhador a risco diferente daquele a que estava exposto antes da mudança.
Exame médico demissional
O exame médico demissional, será obrigatoriamente realizado até a data da homologação, desde que o último exame médico ocupacional tenha sido realizado há mais de:
- 135 (centro e trinta e cinco) dias para as empresas de grau de risco 1 e 2, segundo o Quadro I da NR-4;
- 90 (noventa) dias para as empresas de grau de risco 3 e 4, segundo o Quadro I da NR-4.
As empresas enquadradas no grau de risco 1 ou 2, segundo o Quadro I da NR-4, poderão ampliar o prazo de dispensa da realização do exame demissional em até mais 135 (cento e trinta e cinco) dias, em decorrência de negociação coletiva, assistida por profissional indicado de comum acordo entre as partes ou por profissional do órgão
regional competente em segurança e saúde no trabalho. (Alterado pela Portaria n.º 8, de 05 de maio de 1996)
As empresas enquadradas no grau de risco 3 ou 4, segundo o Quadro I da NR 4, poderão ampliar o prazo de dispensa da realização do exame demissional em até mais 90 (noventa) dias, em decorrência de negociação coletiva assistida por profissional indicado de comum acordo entre as partes ou por profissional do órgão regional competente em segurança e saúde no trabalho. (Alterado pela Portaria n.º 8, de 05 de maio de 1996)



Os dados obtidos através dos exames médicos feitos pelo Médico do Trabalho, devem ficar guardados por no mínimo 20 anos.


Havendo transferência do Medico titular, os dados devem ser repassados ao seu sucessor.


Os partes que tem * são as penalidades/multas.

Como fazer Ordem de Serviço


A Ordem de Serviço é um instrumento de extrema importância.
Ela serve para conscientizar o trabalhador dos riscos do ambiente de trabalho, como também para mostrar as medidas adotadas pela empresa  em favor da segurança do trabalhador.

Segundo o Capítulo V da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) Artigo 157  Ítem II - Cabe às empresas: 


II - instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais; 

(Redação dada pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)


Como podemos ver a lei é bem clara quando se trata de Ordem de Serviço. 
É um mandamento, uma ordem, portanto deve ser usada sempre.


A OS deve ser o primeiro contato de Segurança do Trabalho, oferecido pela empresa ao empregado, ela deve focar a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, como também pode agregar outras normas internas da empresa, ficando assim até mais completa.


Sugiro que seja entregue no ato da contração do funcionário e que seja assinada pela e empresa e funcionário. Assim ficará como um termo de conhecimento das normas a serem seguidas, e ninguém poderá alegar que não sabia ou não conhecia as normas.

Ordem, Serviço
Como montar uma Ordem de Serviço que atenda os parâmetros legais, e as necessidades internas organizacionais da empresa? A seguir veremos a descrição passo a passo de como fazer isso acontecer.


Uma Ordem de Serviço, bem elaborada tem que contar no mínimo com os seguintes itens:

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Descrição das atividades desenvolvidas diariamente pelo colaborador.

RISCO DA OPERAÇÃO
O risco ao qual o trabalhador está exposto.

EPI’S - USO OBRIGATÓRIO
Os EPIs usados durante a jornada de trabalho. Nesse campo coloque tanto os obrigatórios, quanto os de uso ocasional.

MEDIDAS PREVENTIVAS
Medidas preventivas da caráter geral dentro do ambiente da empresa.
Exemplo: Medidas de higiene no trabalho adotadas pela empresa.


NORMAS INTERNAS
Normas de Segurança do Trabalho adotadas pelas empresa e que são de cumprimento por parte do colaborador.


TREINAMENTO(S) NECESSÁRIO(S)
Nessa parte da OS, deve-se destacar os treinamentos que podem ser relevantes para a segurança de trabalho do trabalhador. Tais como treinamento de brigada de incêndio, treinamento de como transportar uma carga de forma segura...


PROCEDIMENTO EM CASO DE ACIDENTE DE TRABALHO
Todos os procedimentos adotados em caso de acidente de trabalho, devem ser listados de forma clara e objetiva nesse item.


TERMO DE RESPONSABILIDADE
É a parte onde o colaborador se diz está ciente das normas e procedimentos de trabalho adotados pela empresa, é um item que deve ser curto e objetivo.


Por último é a campo destinado as assinaturas, do empregado e de quem está aplicando a OS, pode ser um Técnico de Segurança do Trabalho, ou o pessoal dos Recursos Humanos.


Fazendo assim, a sua OS se torna uma ferramenta de trabalho poderosa!
Temos um modelo que serve para dar uma noção de como montar a sua, fazer DOWNLOAD no link abaixo.

PPRA-PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

PPRA-PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - ROTEIRO

quinta-feira, 5 de julho de 2012

TESTES DE ATMOSFERA NO INTERIOR DO ESPAÇO OU ÁREA CONFINADA

OXIGÊNIO:

Deve ser realizado teste na totalidade do espaço ou área confinada por intermédio de aparelho específico (oxímetro) por pessoa qualificada. Atmosfera adequada em oxigênio: é definida como a ideal para a realização dos trabalhos necessários no interior de espaços ou áreas confinadas, ela possui um nível entre 19,5 % e 23 % de oxigênio.

Atmosfera deficiente em oxigênio: é definida como a que contém um percentual de oxigênio inferior à 19,5 %. Não deve ser permitida a entrada e ou permanência de pessoas em estas condições presentes, sem estar equipado com aparelho autônomo de ar ou equipamento de ar mandado.
Atmosfera rica em oxigênio: e definida como a que contém um percentual de oxigênio superior à 25 %. Não deve ser permitida a entrada e ou permanência de pessoas com estas condições presentes, principalmente para realização de serviços que possam vir a provocar faíscas, o local deve sofrer ventilação artificial ou natural até que atinja o nível acima definido como atmosfera adequada. O teste deve ser realizado com 10 minutos antes do início da entrada do (s) trabalhador (s). Os testes subseqüentes devem ser realizados numa freqüência mínima de 8 horas (salvo casos em que ocorra geração de gases e/ou fumos e decorrência dos trabalhos em seu interior, nestes casos o monitoramento deverá ser constante). Todo pessoal deve ser imediatamente removido da área ou espaço confinado se os testes subseqüentes revelarem um nível de oxigênio inferior á 19,5 % ou superior a 23%.

INFLAMÁVEIS:
Deve ser realizado teste na totalidade do espaço ou área confinada por intermédio de parelhos específico (explosímetro) por pessoa qualificada (*). A entrada de trabalhadores não deve ser permitida se a concentração de inflamáveis no ar estiver de 25% do limite mínimo de explosão. Os testes devem ser efetuados em diferentes locais e em diferentes níveis de altura da área ou espaço confinado.
Um controle contínuo do nível de inflamabilidade do ar deve ser mantido durante a permanência do trabalhador dentro do espaço confinado.
Recipientes, ferramentas e lâmpadas devem estar aterradas.
Todo equipamento elétrico deve ser apropriado para uso no ambiente confinado e de acordo dom a classificação do ambiente.
Todas as fontes de ignição devem ser eliminadas.
Usar equipamentos pneumáticos e ferramentas antifaiscantes.
Deve ser proibido fumar e executar serviço que provoque centelha.

MATERIAIS TÓXICOS:
Testes devem ser realizados por pessoa qualificada (*) para determinar se o nível de toxidade da atmosfera na área ou espaço confinado contém ou é suspeito de ter sido contaminado por líquidos, vapores ou gases sólidos de natureza tóxica, corrosiva ou irritante.

VENTILAÇÃO DO ESPAÇO CONFINADO:
Se possível ventilação mecânica deve ser mantida quando os testes indicarem a presença na atmosfera de materiais inflamáveis, tóxicos acima do limite de tolerância ou em condições de deficiência de oxigênio. Precauções adicionais de segurança são necessárias quando se estiver usando ventilação mecânica para evitar:

Recirculação do ar contaminado;
Escape de gases ou vapores que venham contaminar a entrada de ar fresco;
Restos de contaminantes que permaneçam em compartimentos confinados.
A entrada nas condições naturais de ventilação é permitida se todos os testes atmosféricos estiverem dentro dos limites de aceitação previamente definidos.

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